Mais uma vez, Cristina Kirchner toma uma medida que pode afastar investidores da Argentina. Ela decidiu que todas as empresas de distribuição privadas do país deverão tabelar seus preços a partir dos que forem estipulados pela YPF, recém estatizada pelo governo vizinho.
Para a presidente da Argentina, a medida foi similar à função de uma agência reguladora, chegando a citar a ANP como um paralelo do controle de preços.
Junto com a tabela de preços, Cristina anunciou um aumento no preço do gás utilizado em veículos, quadruplicando o seu valor, de 0,15 para 0,60 pesos por metro cúbico (cerca de US$ 0,13). Segundo seus cálculos, isso deve dar um ganho de US$ 195 milhões às empresas que trabalham com o combustível. A Petrobrás é uma das distribuidoras do país, mas no segmento em que ocorreu o aumento a YPF tem 51% do mercado.