Os bancos credores do Grupo Sete Brasil devem receber parte do dinheiro investido na empresa somente depois de 2029. Atualmente, as cinco instituições financeiras que têm valores a receber da Sete estão participando das reuniões sobre a execução do plano de restruturação do grupo.
As negociações estão focadas agora no número de sondas que serão contratadas pela Petrobrás e o custo do aluguel de cada. As informações foram publicadas no jornal “O Globo”. Inicialmente, o acordo entre as empresas previa a contratação de 28 unidades. A Sete quer manter esse número, mas a Petrobrás deseja reduzir essa quantidade.
Somando os valores que tem de pagar ao Banco do Brasil, à Caixa Econômica Federal, ao Bradesco, ao Itaú BBA e ao Santander, a dívida da Sete só com essas instituições chega a R$ 10,1 bilhões. O BB é maior credor, totalizando R$ 3,6 bilhões. O total do débito da Sete chega a R$ 19,3 bilhões.