Depois das denúncias foram trazidas pela Operação Lava Jato nos contratos de prestação de serviços das empresas Hope e Personal Service, a Petrobrás criou uma comissão de apuração e concluiu suas investigações sobre irregularidades nos contratos de fornecimento das empresas e ainda sobre o Benefício Farmácia que apuraram o envolvimento de 26 pessoas e recomendaram sanções a 20 delas, inclusive empregados com níveis gerenciais. Neste caso, a estatal agiu rápido.
Foram identificados desvios de conduta e de procedimentos que levaram à demissão de três funcionários, suspensão de outros oito, retenções e cancelamentos de inscrições no programa de demissão voluntária de mais nove. Quatro dos investigados não sofrerão qualquer punição por não terem sido considerados responsáveis pelas irregularidades, um terá o PIDV liberado e, no caso de uma pessoa que não é mais empregada da empresa, o Comitê de Correição entendeu não haver medidas cabíveis no âmbito da companhia. Sabe-se apenas que o Gerente Executivo de Responsabilidade Social, Antônio Santana, foi demitido por justa causa. Na época em que José Eduardo Dutra, já falecido, ocupou a presidência da companhia, Santana chegou ao posto de Diretor de Serviços Compartilhados.
O cancelamento do PIDV dos envolvidos levará, em muitos casos, a processos de cobrança de ressarcimento pela Petrobrás no âmbito judicial, assim como o encaminhamento das investigações para o Ministério Público Federal. A investigação dos contratos teve início a partir de citação em delação premiada na Operação Lava-Jato e denúncias recebidas através de canais internos da companhia. Foram verificados desvios de normas e procedimentos internos da empresa que constituem violações passíveis de punições.
Comitê de Correição, não há muito o que discorrer. Verifiquem o processo que originou o Contrato de Arrendamento do Estaleiro Inhaúma e suas derivações. Um vertedouro de $$$$$$$.
Aproveitando, verifiquem também o processo Estaleiro Rio Grande (WTorre/Rio Bravo/ Petrobas), aditivos, aportes financeiros, sua venda para a Engevix/Funcef, P-55, replicantes e etc…
ABRINDO A CAIXA PRETA DA PETROBRAS: A demissão por Justa Causa do Gerente Executivo de Responsabilidade Social Antônio Sérgio Oliveira a que ser refere a matéria veiculada na mídia por envolvimento em contratações precária e ilegal cumulado por com atos de corrupção constou do Relatório Denúncia que fiz a Ouvidoria Geral da Petrobras que se encontrava “hibernada” naquela gerencia por ordenamento do Governo Dilma. Pelo que podemos depreender, estão destravando a caixa preta da Estatal que colocava as denuncias que lá chegavam em estado letárgico ou quase estático para não contaminar a imagem do governo corrupto do PT. Esse resultado… Leia mais »
ABRINDO A CAIXA PRETA DA PETROBRAS 2 A Hope RH foi a empresa que me demitiu em março de 2015 quando trabalhava como terceirizado da Petrobras no Cenpes-RJ, por ordenamento do Orlando Simões da Gerente Geral da Regional Baia de Guanabara – RBG dos Serviços Compartilhado da Petrobras, seguindo instruções do Gerente Executivo Antônio Sérgio. O Antônio Sérgio deu continuidade as atividades na Diretoria de Serviços e do Compartilhado na Petrobras após o falecimento do Eduardo Dutra. Foi investigado pela atual Ouvidoria, já sob ordenamento do P. Parente (início sutil da abertura da caixa preta da Petrobras) que o responsabilizou… Leia mais »
PARECE QUE FOI ONTEM, MAS JÁ PASSARAM DOIS ANOS. VALE A PENA VER DE NOVO. Vejam a que nível chegou o aparelhamento politico na Estatal. Somente agora, com a Petrobras sob comando de Pedro Parente, não obstante uma ajuda do Fantástico da Rede Globo com a reportagem sobre a fraude no Benefício Farmácia na Petrobras que a Estatal tomou a decisão de demitir o Gerente Executivo Antônio Sérgio do Compartilhado e ex-Diretor de Serviço que chegou a substituir o Eduardo Dutra na Diretoria da Estatal. Qual o real motivo da demissão do Executivo do alto escalão da Petrobras: envolvimento no… Leia mais »
A PETROBRAS NÃO PODE MAIS ADMITIR QUALQUER NÍVEL DE CORRUPÇÃO NA SUA CORPORAÇÃO SOB PENA DE COMPROMETER A SUA PRÓPRIA EXISTÊNCIA Não posso concordar com o Diretor João Elek da Diretoria de Governança Risco e Conformidade da Petrobras quando afirma que não existe mais corrupção em grande escala na Petrobras. Esperava ouvir desse Diretor que a Petrobras havia tomado todas as ações possíveis para blindar a Companhia da ação de malfeitores, internos e externos, em qualquer proporção, ou seja: a Petrobras não pode mais admitir qualquer nível de corrupção na sua corporação sob pena de comprometer a sua própria existência.… Leia mais »