Um estudo desenvolvido pela empresa em energias renováveis Aeroespacial em Pernambuco detectou 30 GW disponíveis de eficiência geral em cerca de um terço do estado, que tem 4 GW de potencial efetivo para implementação de parques, com 45% de eficiência. O estudo também apoia o desenvolvimento da geração distribuída e colabora com segmentos industriais que sofrem com a falta de energia.
De acordo com a sócia-diretora da empresa, Caarem Studzinski, o custo de produção da energia solar é R$ 400 por megawatt, enquanto que o da eólica é R$ 100. Com o marco regulatório que vigora há dez anos no País a energia eólica também pode competir com a hidrelétrica.
Dos parques geradores de energia eólica, 78% estão no Nordeste. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Stefanni (foto), a posição estratégica de Pernambuco, no centro do Nordeste, favorece a venda de aerogeradores para o Ceará e para a Bahia.