Funcionários da divisão de exploração da Petrobrás distribuídos por seis cidades terão que decidir se vão morar no Rio ou deixam a empresa. O prazo para tomar esta decisão é até 2020. Os funcionários estão em áreas de campos terrestres em Santos, Salvador, Aracaju, Manaus, Natal e Vitória. As sedes de todas estas praças irão emagrecer, o que causará um outro problema para a companhia administrar: as prefeituras locais. A coordenação deste trabalho está sob a gerência de Mario Carminatti (foto), gerente-executivo de exploração, que já comunicou aos executivos da área. Não se sabe ao certo quantos serão transferidos, mas a importância de cada uma dessas sedes certamente diminuirá.
A reação já começou e eram esperadas pelas lideranças dos petroleiros. Há muita resistência, mas a determinação do presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, é definitiva. Funcionários do Espírito Santo e da Bahia estão buscando negociações com a gerência. A decisão da companhia é baseada na premissa de que o Rio de Janeiro, sede da empresa, terá a concentração dos profissionais de geologia e geofísica e garantirá maior robustez aos projetos exploratórios. Essa reorganização foi aprovada em 2016 pelo Conselho de Administração e o processo será gradual e concluído em 2020.
Para lembrar, em fevereiro, o presidente da Petrobrás disse que a empresa está em processo de fechamento de escritórios em Nova York,
África, Irã e Japão para cortar custos. A empresa também decidiu desmobilizar sua sede administrativa em São Paulo. Diminuiu por um lado, mas uma outra decisão, a de tirar os voos para a Bacia de Santos do terminal aeroportuário de Itanhahem, em São Paulo, foi um tiro n’água.
A direção da companhia desativou todas as operações aéreas de transporte de funcionários, transferindo, em definitivo, para o Rio de Janeiro, onde agora ficam concentradas as operações à Bacia de Santos. A estatal alegou, oficialmente, redução de gastos para justificar a decisão. Em Itanhaém (SP), no Aeroporto Estadual Antônio Ribeiro Nogueira Jr, a companhia investiu R$ 14 milhões na última década para modernizar um terminal voltado a 600 voos anuais com destino às plataformas de petróleo Merluza e Mexilhão. Isso foi esquecido o que acabou afetando os custos significativamente. A distância é maior e todos os funcionários que precisam ser trocados a cada período, moram em São Paulo.
Nos tempos de tecnologias desenvolvidas, da inteligência artificial, em que as principais empresas do mundo adotam o trabalho caseiro (home office) economizando assim aluguéis, dispêndios com transporte, alivio do trânsito das grandes cidades e principalmente em estar dos colaboradores, a Petrobras de senhor Castello Branco, a mui moderna, caminha justamente no sentido inverso. Coisa de gênio (sic), iguais aos que o precederam nos últimos tempos. As atividades de exploração, exceto as aquisições sísmicas (navios ou equipes terrestres), as atividades de laboratório, e geologia de superfície, podem ser feitas nas casa dos funcionários, com uso de workstations, de hardwares cada vez… Leia mais »
Corrigindo. ao invés de brown nomes leia-se brown noses. – das áreas no lugar de da áreas. – Os apegos aos cargos são melhores. (também minúscula). – Não entendi. – elegeram o grande. como seus filósofos e como os seus comandantes.